Sexo durante a gravidez: o que fazer (e o que não fazer)
Vamos falar sobre sexo

Sexo durante a gravidez: o que fazer (e o que não fazer)

Sexo e gravidez. É um tema delicado para muitos casais que estão à espera de um bebé, dificultado por oscilações hormonais, constrangimento, problemas de imagem corporal, mudanças naturais no desejo sexual e receios de que a penetração possa prejudicar o desenvolvimento do feto. Além disso, a atividade sexual não é recomendada quando estão presentes certas perturbações que podem afetar negativamente a gravidez.

Mas quando não existem complicações ou perturbações, a atividade sexual não representa qualquer ameaça real para a mãe ou para o bebé. De facto, a atividade sexual pode ajudar a fortalecer os laços entre os parceiros nesta nova fase para o casal. Para ajudar a tranquilizar, a Mayo Clinic, uma das mais importantes instituições médicas norte-americanas, criou uma página com o que se deve e não deve fazer no que respeita a sexo e gravidez. A questão que emerge logo é: o sexo é seguro para uma mulher grávida? Como se espera, a resposta dos especialistas é afirmativa.

Na ausência de problemas de placenta (que são incomuns) ou outras complicações, para as quais é aconselhável contactar um especialista, o sexo não representa um risco significativo para o feto. Como está protegido pelo líquido amniótico e pelos músculos fortes do útero, não há verdadeiramente risco de aborto espontâneo. Até ao ponto em que ambos os parceiros se sentem confortáveis, não há necessidade de parar de fantasiar e experimentar coisas novas. O uso de preservativos já não é, obviamente, necessário para uma mulher grávida, a menos que ainda seja necessário que o casal considere a possibilidade de contrair doenças sexualmente transmissíveis.

Por este motivo, recomenda-se a sua utilização apenas se o parceiro sofrer de uma doença sexualmente transmissível.

HFTHQ 20-12
Referências bibliográficas

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